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terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Conselhos de um vencedor

Meus queridos,

neste início de ano, vou compartilhar com vocês partes de textos que tenho lido no meu atual livro: a biografia do maior empreendedor brasileiro, Eike Batista. Antes que vc possa pensar em qualquer julgamento, não sou um fã do Eike Batista, mas considero que ninguém chega onde ele chegou sem brilhantismo. Obviamente, diversas circunstâncias acabaram por 'facilitar' o caminho dele, mas ele tem muito merecimento por ter chegado onde chegou. Lá vão partes que considerei interessantes:

Alta Floresta foi um garimpo onde Eike Batista levantou US$ 6 milhões depois de ter perdido mais de US$ 800 mil confiando em maus sócios e em operações desastradas. Depois de ter levantado o montante de US$ 6 milhões, resolveu mudar o modelo em operação, copiando a produção de estanho na Amazônia. Viu seu capital minguar para US$ 300 mil.

"É interessante como a vida parece brincar conosco em algumas ocasiões. Eu podia ter colocado de novo a mochila nas costas e retornado ao Rio em busca de emprego. Ou concluído minha graduação em Engenharia. Ou simplesmente procurado conforto em casa ou nos braços de uma namorada. A personalidade de cada um se forja em situações críticas como essa. Mais um estresse e novamente tive a felicidade de tomar a decisão correta. Acreditava com todas as forças que havia muita riqueza ali, no garimpo de Alta Floresta. E era questão de tempo até que todo aquele ouro ainda não descoberto jorrasse na superfície."

"Alta Floresta nunca saía da minha cabeça, mesmo quando o ouro demorou a chegar. Eu sabia que, em algum momento, ele apareceria - como de fato apareceu - por lá. As pesquisas são infalíveis? São 100% exatas? Não. As pesquisas são um guia, um norte do empreendedor. É possível dispor de sensibilidade fantástica e talento inigualável para antever cenários ou circunstâncias de um negócio. Ainda assim, se não tiver a ciência ao lado, o empreendedor pode escorregar.
(...)
Até então minha história de sucesso se forjara na Amazônia, em fronteiras do país. Muita gente dizia que eu era maluco, com a idade que eu tinha, de me aventurar no meio da floresta. É possível que alguém de classe média, habituado a viajar para a Europa e morar na cidade grande, não estivesse disposto a fazer o mesmo. É difícil explicar, mas há alguma coisa que é inata e escapa à genética, à formação familiar, à educação.
Alguma coisa nessa história é muito minha. Nem tudo na vida respeita a lógica, o explicável e o previsível. Estou sempre disposto a enfrentar um desafio, a encarar o desconhecido, a topar com uma nova aventura. Não se trata de uma visão romântica de desbravador. É algo que tem a ver com meu espírito, minha personalidade. O fato é que me sinto realizado em fazer o que ninguém fez, e a realização é tanto maior quanto mais as pessoas me dizem que aquilo é um sonho inalcançável.
Um sonho é um sonho até que se acorde. Um homem pode seguir dois caminhos: acalentar esse sonho ou arregaçar as mangas e pensar no que é preciso parar torná-lo realidade.
Um sonho é um passo em direção a uma conquista. O problema é quando alguém enxerga o sonho como algo inatingível. Nesse momento, a pessoa corre o risco de transpor a tênue fronteira entre a aspiração e a frustração. Os grandes projetos são feitos do mesmo material dos sonhos, mas a partir da mente de um realizador que sabe onde encontrar gente e matéria-prima necessárias para tornar vivo o que era apenas um esboço, ideia vaga e apaixonante, mas ainda assim sopro, desenho.
A diferença entre o sonhador e o realizador é que o segundo faz acontecer. A realização é a concretização. O sonho é apenas a matéria-prima.
Um sonho deve impelir ao movimento, nunca à estagnação. Foi sempre assim comigo."

Imagine você, querido leitor, quantas vezes foi chamado de maluco por ter um sonho. Agora saiba que os grandes realizadores também passaram pela mesma situação. Quantas vezes vc vai precisar passar por isso? Só o tempo vai dizer. Porém, o tempo vai mostrar que a sua intuição estava correta. E a sensação de ter realizado o sonho é totalmente ímpar. Vale a pena!

Feliz 2012 a todos!

Beijomeliga.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

A importância do sonho e da disciplina

Meus queridos,

todos nós temos sonhos. Alguns mais difíceis, ou quase impossíveis, outros mais próximos, alcançáveis. O fato é: todos temos sonhos.

Os sonhos são fundamentais para impulsionar nosso trabalho, para nos dar mais disposição, pra nos fazer acordar cedo naquele sábado chuvoso... Provavelmente, se eu perguntasse qual é o seu sonho, vc responderia: passar nos concursos no fim do ano. Mas o seu sonho está aumentando sua disposição? Está fazendo vc trabalhar?

Tão importante quanto os sonhos é a disciplina. Quando era muleque, dizia q meu sonho era ser jogador de futebol. Aí vem a pergunta: alguma vez eu direcionei minha vida pra isso? Deixei de fazer alguma coisa pra atingir este sonho? Não! Logo, este é um sonho inalcançável. Além de ser difícil naturalmente, eu nunca me esforcei realmente pra realizá-lo. Pois bem. Muitas vezes vc pode estar caindo neste ponto. Vc diz q quer passar, mas não trabalha pra isso. Meus queridos, sonho sem trabalho não deixa de ser sonho. Nunca.

Pouco tempo atrás, num texto do Nizan Guanaes, estava escrito aqui: "Não paute sua vida, nem sua carreira, pelo dinheiro. Ame seu ofício com todo coração. Persiga fazer o melhor. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como conseqüência. (...) Geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar. E tudo que fica pronto na vida foi construído antes, na alma."
Sonhe! Mas trabalhe pra realizar seus sonhos.

O Bernardinho tem uma frase foda: "Disciplina é a ponte que liga os sonhos às realizações." Muitas vezes vemos um cara bem sucedido, seja na Tv ou perto de nós mesmo, e pensamos: queria ser q nem esse cara. Mas a gente só está vendo a parte boa. A ponta final. A gente não está vendo o início. Aquela parte onde ele roeu o osso. Costumo dizer q todo mundo quer passar e se formar no IME. Mas ralar, acordar 5:00 todo dia, pegar ônibus, virar noite estudando, e tal, isso ninguém quer. Ainda tem mais: fazer tudo isso correndo o risco de ser reprovado e mandado embora. Mas é assim. Digo pra vcs: vale a pena. Cada noite mal (ou nem) dormida vale a pena. Cada manhã sacolejando no Caxias-Central, depois no 107, vale a pena. Pq havia um sonho. E este sonho foi realizado. Graças a Deus.

Os sonhos mudam ao longo da vida. Quando realizamos alguns, outros surgem. O que não pode faltar é a disciplina. Particularmente, não tenho nenhum sonho comprável. Logo, não penso no dinheiro como objetivo principal. Acho que vc pode pensar assim tb, na hr de escolher oq quer fazer da sua vida. Mas independentemente do tipo de sonho, se é comprável ou não, trabalhe para realizá-lo. A sensação é indescritível.

Continuemos sonhando! Quem não tem sonhos está começando a morrer. Além de sonhar, vamos trabalhar.

A aprovação é logo ali.

Beijomeliga.