Mostrando postagens com marcador superação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador superação. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Não podemos mudar o passado, mas podemos fazer um novo futuro

Meus queridos,

mais uma vez, preciso agradecer a vocês pela atenção e carinho. Ontem à noite, fui chamado no Facebook por um candidato à EFOMM, que nem foi meu aluno, simplesmente para agradecer as minhas postagens, que, segundo ele, ajudaram muito durante este ano. Ele conseguiu fazer média e deve ser chamado agora no dia 20/09. É muito gratificante saber que ajudamos alguém, mesmo sem nem conhecer a pessoa. Obrigado a todos por me darem este prazer.

Hoje eu quero falar com vocês sobre a reação que temos a diferentes estímulos. Quando acontece alguma coisa ruim, oq vc faz? E quando alguém te dá uma boa notícia, qual é a sua reação? Na verdade, todos nós temos a tendência a desanimar quando as coisas não vão bem. Mas isto pode ser apenas o começo de uma nova história, ou o ponto de partida para uma virada sensacional. Vou citar 2 exemplos, para vocês entenderem do que estou falando.

O primeiro exemplo é do ex-BBB Fernando Fernandes. Ele era modelo internacional e participou do BBB alguns anos atrás. Porém, teve a carreira de modelo drasticamente interrompida após acidente de carro que em 2009 o deixou paraplégico. Aí você pode pensar: oq um modelo vai fazer agora, sobre uma cadeira de rodas? Logo um modelo, que tem a profissão totalmente associada ao corpo. Ele podia simplesmente chorar, se lamentar ou, até mesmo, se revoltar. Mas qual foi o caminho seguido pelo Fernando? Trabalhar. Encontrou no esporte paraolímpico uma nova forma de viver. Hoje, Fernando é bicampeão mundial de canoagem paraolímpica e está se preparando para a Olimpíada Rio 2016.



Neste link, você pode ler uma entrevista completa com ele. Mas destaco as seguintes respostas:
ODIA: — Você foi modelo internacional, ganhou fama no programa BBB e, por conta de uma tragédia pessoal, se tornou atleta. O que te fez mais feliz?
Fernando: — Sem dúvida nenhuma é a fase que estou vivendo agora, por incrível que pareça. De repente, no tropeço da vida, poder voltar a fazer o que eu sempre quis, que é viver do esporte.

ODIA: — Em apenas dois anos, após o acidente, você conquistou dois campeonatos mundiais. De onde vem toda essa determinação?
Sempre fui guerreiro. Depois da lesão, descobri uma força mental muito maior do que achava ter. A dor do esporte vem de forma positiva. Quando estou numa competição e parece que não vou conseguir, penso que já aguentei tanta dor que não será um obstáculo qualquer que vai me derrubar. Com três meses de lesão, disputei a corrida de São Silvestre na cadeira de rodas. Completei a prova, mas a minha mão ficou em carne viva. Ali vi que era capaz de fazer o que eu quisesse.


O segundo exemplo que quero deixar pra vocês é de um livro que estou lendo pela 2a vez, chamado "Sonhos mais que possíveis", do Odir Cunha (Editora Planeta). Ele conta casos de superações de limites em atletas olímpicos. Entre tantos casos interessantes, gostei deste para o post de hoje: Murray Gordon.
Aos 17 anos, este neozelandês era um animado praticante de rugby, quando sofreu um acidente de carro, teve sérios danos na coluna vertebral e seu braço esquerdo ficou paralisado. Foi obrigado a se submeter a um longo tratamento para voltar a andar e recuperar os movimentos, mas foi proibido de praticar esportes com contato físico. Murray, então, dedicou-se a correr. No início, apenas para extravazar sua energia. Mas depois, com sua dedicação e perseverança, começou a competir na corrida e a conquistar medalhas. Resumindo sua participação como atleta, conquistou um ouro olímpico nos 5000 metros e bateu três recordes mundiais.


Quantos de nós, muitas vezes com problemas pequenos, ficamos nos sabotando, fazendo o nosso problema parecer maior do que realmente é? E se aceitássemos que não podemos mudar o que foi feito, mas que podemos sempre mudar oq vamos fazer a partir de agora? Talvez fosse mais produtivo concentrarmo-nos em mudar o futuro pra melhor, em vez de lamentar os ocorridos no passado. Esta semana e a próxima têm bem este contexto, com os resultados de AFA e EFOMM sendo divulgados. Não lamente oq aconteceu, mas converta suas energias em atividades produtivas para mudar oq ainda vai acontecer.

Espero ter ajudado!

A aprovação é logo ali.
Beijomeliga.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Trabalho em equipe

Meus queridos,

hoje eu quero tratar com vocês de um assunto um tanto quanto polêmico para a galera que vai prestar concursos no fim do ano. É extremamente comum rolar a confusão entre a competição do concurso, que existe claramente pq o concurso é individual, com o egoísmo. Alguns candidatos acreditam que precisam ser sozinhos, isolados e esconderem todos os bizus, já que no fim do ano vai rolar um concurso, e eles vão brigar sozinhos contra todos. Tenho uma visão diferente disso, e minha experiência já me permitiu observar e comprovar a opinião em diversos casos. Para mim, é necessário trabalhar em grupo. Quase essencial.

Como vocês sabem, gosto de traçar analogias entre o esporte e a vida de um candidato em ano de concurso. Muitas vezes, vemos manchetes do tipo: "O time tal consegue o milagre da classificação" ou "Tal time desafia a matemática e é campeão!"
Esta semana foi o Flor, ops, Fluminense. Não sou tricolor, mas não consigo torcer contra um time que consegue fazer essas coisas. Em 2009, conseguiu não ser rebaixado com rendimento acima de 70% nos últimos jogos, coisa impensável pra um time que só tinha vencido menos de 1/4 dos jogos até mais da metade do campeonato. Em 2010, foi campeão brasileiro. Agora em 2011, consegue uma classificação improvável e quase impossível na fase de grupos da Libertadores. A pergunta que fica é: como um time consegue fazer tantas coisas "impossíveis"? Na minha humilde opinião, a resposta é: pq age como um time. Pq trabalha como um time. Pq é uma equipe, q é composta por profissionais que somam as forças. E o resultado da soma é muito maior que a soma aritmética de suas capacidades. É o caso do 1+1 = 5. Na hora da pancadaria generalizada após o fim do jogo, houve mais provas de que realmente é um time. Nenhum jogador deixou o colega apanhar sozinho. E nessas horas também aparece o líder da equipe, que no caso do Flor, ops, Fluminense, é o Fred.

Nas turmas de pré-militar, muitas vezes temos alunos com potencial para ser aprovados, mas que no fim do ano choram. Essa frustação pode ocorrer por vários motivos, e um deles é a incapacidade de trabalhar em grupo. O trabalho em equipe é essencial para o crescimento. Lembro de uma plaquinha que comprei uma vez, numa feira de artesanato: "Ninguém é tão bom quanto todos nós juntos." E é bem por aí mesmo. Não se iluda pensando que vc vai evoluir mais que seus colegas estudando sozinho. O seu crescimento vai ser maior e mais acelerado quando vc entender q a sua equipe tem q crescer junto com vc. Mesmo que vc seja o primeiro colocado na classificação da turma, vc não vai só se doar. A troca de informação faz todos crescerem. E até mesmo se vc só tirar dúvidas dos outros, pode acreditar: ensinando, aprendemos muito mais do que apenas estudando. Abra sua mente para isso. Compartilhe o seu material e viva bem com seu time.

No time dos meus sonhos, todos os alunos entenderiam este raciocínio. Inclusive, todos os professores e funcionários. Formando, então, um time imbatível. Ou o mais perto disso possível.

Para reflexão neste feriadão, deixo uma pergunta a todos: você está fazendo o seu máximo para tornar a sua turma um time?

Estou postando este texto numa sexta-feira santa, 23:02. Podem ter certeza q poderia estar fazendo milhares de outras coisas, talvez até mais divertidas. Mas, neste exato momento, estou fazendo a minha parte para que meu time seja extremamente vencedor.

Um ótimo feriado a todos, uma ótima Páscoa, e até semana q vem. Lembrem-se que este feriado é em homenagem ao sofrimento, morte e ressurreição do nosso Senhor Jesus Cristo. Ele, que é onipotente, formou também uma equipe de apóstolos para levar o Evangelho a todos. É por acaso?

A aprovação é logo ali.
Beijomeliga.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

O ano 2011 promete...

Meus queridos,

é impressionante como eu sinto falta de escrever aqui, pra vocês. As minhas faltas são só por excesso de tarefas mesmo. A quem é novo na área, pra quem estiver conhecendo o blog agora, ele é destinado aos alunos que almejam ser aprovados no IME e no ITA, embora as conversas que temos aqui sirvam para qualquer concurso muito disputado. Já recebi emails de candidatos a Medicina, Concursos Públicos, etc.. Adianto que tudo que eu falar relativo a IME ou ITA tb serve para os concursos de Escola Naval, AFA e EFOMM, que são concursos militares de alta exigência também. A frequencia é de 1 post por semana (normalmente às quintas ou sextas), coisa que consegui cumprir quase 100% do ano 2010.

Estamos começando um novo ano, com novas perspectivas e expectativas. O ano promete muito, mas não sem trabalho. Aqui neste blog, as palavras mais importantes são trabalho, motivação, superação e vitória. Nesta ordem. Os alunos que vão se candidatar a esses concursos importantes em 2011 precisam compreender que não há vitória sem esforço. Quanto antes vcs entenderem isso, antes vcs estarão entrando no jogo pra valer.

Usei a palavra "jogo" agora. Não que a aprovação se pareça com uma loteria. Mas se parece muito com os esportes. É muito comum a analogia entre um evento esportivo e a vida de um candidato a concursos militares. Para que um jogador chegue a disputar uma partida importante, uma final, ele precisa ter se preparado muito anteriormente e precisa ter passado por todas as etapas anteriores, todos os jogos do campeonato até chegar à final. Um candidato ao IME e ao ITA tb é assim. Ele precisa ralar o ano todo para ter a chance de disputar o jogo final com chances de ser aprovado. Ao londo de 2011, vamos conversar muito sobre essas comparações entre os esportes e a vida (sofrida e dura) de um candidato que quer ser aprovado de verdade.

Fica aqui o meu abraço a todos que dedicam minutos de seu tempo a ler estas humildes palavras.

Beijomeliga!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

A cristalização

Meus queridos,

em primeiro lugar, peço desculpas por não ter postado na semana passada. Foi uma desorganização minha mesmo, típica de quem tem muito pouca coisa pra fazer e acaba passando quase todo o tempo ocioso... hehehehehehehe Às vezes, tenho a sensação de que vivo num furacão, sem tempo pra respirar. Dia desses, eu me peguei feliz da vida pq iria chegar à casa 21:30. Vejam isso. Eu estava feliz pq iria chegar cedo (!!!!). É a vida. Por isso que eu digo pra vocês: façam oq vcs gostam! Mesmo trabalhando tanto, não me sinto estressado ou chateado. Eu faço oq gosto, graças a Deus.

Mas vamos lá, à nossa conversa desta semana.

Nesta fase do ano, com a chegada das provas mais pesadas, cresce a dúvida e o medo de encarar os bichos papões. É normal, você não está sozinho nesta fase de medo. O grande lance é q agora os candidatos começam a tentar fazer as provas antigas, e tal. No início, nas primeiras provas, o buraco parece ser bem mais fundo. Parece que tudo q vc estudou durante o ano não adiantou muito. Mas com o tempo e a prática, as coisas vão se encaixando. Vale reparar que vcs devem estar começando a se sentir mais à vontade ao pegar uma prova da EN, do IME ou do ITA. Este processo de ambientação é essencial e vai fazer com que você não se surpreenda na hr do concurso.

Muitas vezes, nós (professores) vemos a turma como uma massa ainda sem definição dos reais candidatos à aprovação. Porém, com o passar do ano, os reais candidatos vão aparecendo. Eles se destacam e chamam a atenção. O fascinante desse negócio de dar aula é que as coisas não são estáticas. Estamos lidando com pessoas, que têm sentimentos, conhecimentos, aptidões e reações próprios. E esse conjunto de atributos forma um indivíduo único, que muitas vezes nos surpreende ao ser colocado em contato com determinado desafio. Quando o ano vai se desenrolando, nós (professores) ACHAMOS que conhecemos os reais candidatos à aprovação. Em grande parte dos casos, arriscaria uns 95%, acertamos. Os aprovados estão dentro do grupo que nós "prevíamos". Mas é comum aparecer um cara que não estava neste grupo. E este cara atropela uma galera na reta final, conseguindo oq muitos que "estavam na frente" não conseguem. Vejam como as coisas são subjetivas: não existe "estar na frente" em um concurso até que a prova seja feita. Por que todos entendem que A está na frente de B, se o concurso não começou ainda? Dia a dia, os candidatos pensam assim. É o carinha da turma 1 que "está na frente" do carinha da turma 2. Na verdade, existe uma tendência que o cara mais bem preparado naquele momento esteja mais bem preparado na hora do concurso. Mas isso não é uma regra.

Justamente nesta fase do ano, ao ter contato com as provas, muitos candidatos que "estavam na frente" caem de rendimento. E outros candidatos q "estavam atrás" crescem. Esta é a fase de cristalização, quando o candidato deixa de ser pastoso e se torna sólido. Quando ele adquire forma.

Só pra ilustrar, lembro muito de um caso emblemático. Em 2002, tive um aluno que teve um crescimento desses assustadores na reta final, sempre na dele, sem chamar a atenção de ninguém. Sem alarde, ele foi simplesmente o 20° colocado do Brasil na ativa no concurso do IME. Só isso já seria um feito grande, porque ser o 20° colocado em um concurso nacional do nível do IME é coisa pra kct. O detalhe é que ele era da turma 2!

Como gosto de citar exemplos esportivos, lembrem do time do Florminense no ano passado. Praticamente rebaixado, precisava ganhar mais de 75% dos pontos na reta final para não cair. Vamos pensar friamente: um time que apanhou o campeonato todo vai ganhar 75% dos pontos no final? Fala sério!!! hahaha
A torcida fez uma faixa sensacional, que resume bem oq vc, candidato, deve fazer: "LUTEM ATÉ O FIM!"
Esta luta, que o time abraçou como necessária, fez com q o time não caísse. Como bom admirador do esporte e da superação, preciso admitir que o time do Florminense é um excelente exemplo.

Portanto, não se deixe levar por essas pseudovantagens que alguém pode ter em relação a você. Muito menos acredite que você está em vantagem em relação a alguém. Continue trabalhando para a sua aprovação. O resultado só vem depois da prova!

"LUTEM ATÉ O FIM!"

Beijomeliga.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Devemos acreditar que não somos capazes?

Meus queridos,

viajando pela internet, encontrei este texto, escrito pelo Marcel, um jogador de basquete da geração do Oscar. Ele jogou pela Seleção Brasileira entre 1973 e 1992. Isso mesmo, quase 20 anos de Seleção Brasileira de Basquete. Este texto é de 2007. Desfrutem-no.

"Eu tenho certeza de que escrevo para pessoas inteligentes, vencedoras,
que conquistaram suas vitórias graças ao trabalho e aprendizado que tiveram durante toda as suas vidas.

A questão é saber se você, que ora me lê, alcançou o máximo que poderia chegar em todos os sentidos.

Será que você foi o Michael Jordan no basquete da sua existência? Ou você apenas se contentou em 'quase chegar lá?'

Você jogou sua vida como se jogasse no campeonato nacional ou o campeonato regional 'tava bão?' Se a sua resposta é o quase, então você precisa ler isso aqui.

Todos nós nascemos com um poder de realização igualzinho aos dos grandes gênios da humanidade: Da Vinci, Einstein, etc. Não é ao acaso que testes em crianças de até dois anos mostram isso. O problema é que ao crescermos somos moldados pela mediocridade e deixamos dormente este potencial, ou o usufruímos parcialmente.

Desenvolver ou buscar este dom dentro de nós mesmos é a grande jogada que precisamos para alcançar o máximo do que somos. Existe algo que diferencia o craque do apenas bom jogador, ou o gênio do inteligente. Muitos tentam expressar em palavras e fórmulas este grande diferencial. Por que uns entendem o jogo tão bem enquanto outros parecem saber apenas mover as peças do tabuleiro da vida?

Na tentativa de estimular pessoas a encontrarem ou desenvolverem o seu verdadeiro poder, nossos instrutores da vida usam algumas palavras chaves que seguramente vocês já ouviram.

Coisas como raça, dedicação, disciplina, coragem, desafio, vontade, sonho, amor, motivação, união, determinação, renúncia, sacrifício, superação e tantas outras sempre foram usadas para buscar dentro de nós aquilo que um dia (não sei bem porque) esquecemos que já as possuímos.

Ora, é inconcebível pensarmos em desenvolver qualquer atividade de nossas vidas sem demonstrarmos tudo isso que foi colocado como um plus para atingirmos o sucesso.

Como alguém pode progredir sem ter disciplina? Como seria possível chegar a algum lugar sem sacrifícios? E a superação? Como alguém chega mais alto sem ela?

Se você já chegou até aqui é porque em algum momento da sua vida demonstrou ter esses requisitos básicos já citados.

Se, apesar de estar aqui, ainda se encontra insatisfeito com os resultados
por você alcançados é porque está faltando (ou você não percebeu dentro de si) algo que vai além de meras palavras de ordem liofilizadas pelo uso cotidiano, as quais estamos carecas de saber que as temos aqui dentro.

Quantas vezes já pensamos: 'Puxa vida!, eu me esforço tanto, me dedico muito mais que os outros, me sacrifico pela união de todos, renuncio a ser eu mesmo para alcançar objetivo e não consigo chegar onde quero!'

O que nos faltará para sermos o Michael Jordan das nossas vidas?

Eu, como sempre, estava fazendo meus exercícios diários quando vi o 'chapéu' que o mexicano deu em nosso becão e o maravilhoso gol que
na seqüência do lance ele marcou no jogo contra o Brasil pela Copa América.

Fico pensando no que estaria passando agora na cabeça daquele jogador.
Como aquele momento magistral irá mudar a sua vida e no que ele irá contar aos seus netinhos daqui a alguns anos.

Acreditar que pode é o primeiro passo para conseguirmos virar nossas vidas.

Nosso sistema de crenças na maioria das vezes é limitante e tende a nos colocar em uma situação onde pensamos não ser possível realizar nossos objetivos.

Se você acha que não pode, não consegue, ou que não vai acontecer,
suas chances de sucesso serão diminuídas. É claro que se você tomar a direção contrária desses pensamentos obviamente nem tudo irá dar sempre certo, mas a possibilidade do acerto é muito maior e você parecerá estar pronto para ele.

Ter já provado o gostinho do sucesso e saber que ele pode se repetir
também é um grande fator de progresso. Imaginem como aquele jogador mexicano está se sentindo depois de ter feito tudo aquilo contra o futebol brasileiro. Será que isso mudou a cabeça dele para sempre? Será que aquela sensação de conquista pessoal irá se perpetuar dentro dele e ele buscará o sucesso com mais certeza, pois já o conseguiu uma vez?

Não saber que não pode também é um grande fator para uma conquista.
Quantas vezes fazemos coisas que depois pensamos: 'Ué? Como consegui
isso?'

Muitas vezes, porém, acreditamos em coisas que nem sabemos direito de onde vieram. Se nunca as questionarmos seguiremos na "boiada" para depois
sermos mais um mugido lamurioso no uníssono dos incompetentes.

Quem terá o poder de nos fazer acreditar que não somos capazes?
A resposta está dentro de nós mesmos.

Quando comecei no esporte, não acreditei no meu técnico que disse à mãe de um companheiro de time que eu nunca seria um jogador de basquete. Também não dei bola aos meus colegas de time que não me escolhiam para o jogo no domingo pela manhã.

Muito menos dei razão ao treinador que me deixava no banco quando eu comecei a jogar 'federado' (cadastrado, fichado).

Dos meus companheiros que eram considerados melhores do que eu, apenas um chegou à seleção brasileira, mesmo assim como reserva. Nunca tive dúvidas. Eu já sabia. Alguma coisa mais forte me dizia que deveria seguir aquele caminho e acreditei naquela sensação de poder que uma bola de basquete me dava.

Creio que esta voz também fala com você. É só ouvi-la.

Ela tem sempre razão."


Bom fim de semana a todos.
Beijomeliga.