segunda-feira, 18 de novembro de 2013

A verdadeira pergunta

Meus queridos,

hoje vou compartilhar com vcs um texto interessante, retirado do Huffington Post. O texto é do colunista Mark Manson. Para não fazer uma tradução porca, prefiro estimular vcs no idioma inglês, já que ele é muito importante no mercado de trabalho. E na prova da EFOMM, muito mais! hehehehehe

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Everybody wants what feels good. Everyone wants to live a care-free, happy and easy life, to fall in love and have amazing sex and relationships, to look perfect and make money and be popular and well-respected and admired and a total baller to the point that people part like the Red Sea when you walk into the room.
Everybody wants that -- it's easy to want that.
If I ask you, "What do you want out of life?" and you say something like, "I want to be happy and have a great family and a job I like," it's so ubiquitous that it doesn't even mean anything.
Everyone wants that. So what's the point?
What's more interesting to me is what pain do you want? What are you willing to struggle for? Because that seems to be a greater determinant of how our lives end up.
Everybody wants to have an amazing job and financial independence -- but not everyone is willing to suffer through 60-hour work weeks, long commutes, obnoxious paperwork, to navigate arbitrary corporate hierarchies and the blasé confines of an infinite cubicle hell. People want to be rich without the risk, with the delayed gratification necessary to accumulate wealth.
Everybody wants to have great sex and an awesome relationship -- but not everyone is willing to go through the tough communication, the awkward silences, the hurt feelings and the emotional psychodrama to get there. And so they settle. They settle and wonder "What if?" for years and years and until the question morphs from "What if?" into "What for?" And when the lawyers go home and the alimony check is in the mail they say, "What was it all for?" If not for their lowered standards and expectations for themselves 20 years prior, then what for?
Because happiness requires struggle. You can only avoid pain for so long before it comes roaring back to life.
At the core of all human behavior, the good feelings we all want are more or less the same. Therefore what we get out of life is not determined by the good feelings we desire but by what bad feelings we're willing to sustain.
"Nothing good in life comes easy," we've been told that a hundred times before. The good things in life we accomplish are defined by where we enjoy the suffering, where we enjoy the struggle.
People want an amazing physique. But you don't end up with one unless you legitimately love the pain and physical stress that comes with living inside a gym for hour upon hour, unless you love calculating and calibrating the food you eat, planning your life out in tiny plate-sized portions.
People want to start their own business or become financially independent. But you don't end up a successful entrepreneur unless you find a way to love the risk, the uncertainty, the repeated failures, and working insane hours on something you have no idea whether will be successful or not. Some people are wired for that sort of pain, and those are the ones who succeed.
People want a boyfriend or girlfriend. But you don't end up attracting amazing peoplewithout loving the emotional turbulence that comes with weathering rejections, building the sexual tension that never gets released, and staring blankly at a phone that never rings. It's part of the game of love. You can't win if you don't play.
What determines your success is "What pain do you want to sustain?"
I wrote in an article last week that I've always loved the idea of being a surfer, yet I've never made consistent effort to surf regularly. Truth is: I don't enjoy the pain that comes with paddling until my arms go numb and having water shot up my nose repeatedly. It's not for me. The cost outweighs the benefit. And that's fine.
On the other hand, I am willing to live out of a suitcase for months on end, to stammer around in a foreign language for hours with people who speak no English to try and buy a cell phone, to get lost in new cities over and over and over again. Because that's the sort of pain and stress I enjoy sustaining. That's where my passion lies, not just in the pleasures, but in the stress and pain.
There's a lot of self development advice out there that says, "You've just got to want it enough!"
That's only partly true. Everybody wants something. And everybody wants something badly enough. They just aren't being honest with themselves about what they actually want that bad.
If you want the benefits of something in life, you have to also want the costs. If you want the six pack, you have to want the sweat, the soreness, the early mornings, and the hunger pangs. If you want the yacht, you have to also want the late nights, the risky business moves, and the possibility of pissing off a person or ten.
If you find yourself wanting something month after month, year after year, yet nothing happens and you never come any closer to it, then maybe what you actually want is a fantasy, an idealization, an image and a false promise. Maybe you don't actually want it at all.
So I ask you, "How are you willing to suffer?"
Because you have to choose something. You can't have a pain-free life. It can't all be roses and unicorns.
Choose how you are willing to suffer.
Because that's the hard question that matters. Pleasure is an easy question. And pretty much all of us have the same answer.
The more interesting question is the pain. What is the pain that you want to sustain?
Because that answer will actually get you somewhere. It's the question that can change your life. It's what makes me me and you you. It's what defines us and separates us and ultimately brings us together.
So what's it going to be?
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Um forte abraço a todos,
Beijomeliga.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O princípio 90/10

Meus queridos,

hoje eu vou compartilhar com vocês um texto que li essa semana. Embora ele seja mais pro mundo corporativo, a ideia básica dele serve pra qualquer ambiente.

O PRINCÍPIO 90 / 10  
 
Que princípio é este?
 
Os 10% da vida estão relacionados com o que se passa com você, os outros 90% da vida estão relacionados com a forma como você reage ao que se passa com você.
O que isto quer dizer ?
 
Realmente, nós não temos controle sobre 10% do que nos sucede. Não podemos evitar que o carro enguice, que o avião atrase, que o semáforo fique no vermelho. Mas, você é quem determinará os outros 90%. Como?
 
Com sua reação.

Exemplo: você está tomando o café da manhã com sua família. Sua filha, ao pegar a xícara, deixa o café cair na sua camisa branca de trabalho.
 
Você não tem controle sobre isto.
 
O que acontecerá em seguida será determinado por sua reação.
 
Então, você se irrita. Repreende severamente sua filha e ela começa a chorar.
Você censura sua esposa por ter colocado a xícara muito na beirada da mesa.
 
E tem prosseguimento uma batalha verbal.
Contrariado e resmungando, você vai mudar de camisa.
 
Quando volta, encontra sua filha chorando mais ainda e ela acaba perdendo o ônibus para a escola.
 
Sua esposa vai para o trabalho, também contrariada.
 
Você tem de levar sua filha, de carro, para a escola. Como está atrasado, dirige em alta velocidade e é multado.   Depois de 15 min. de atraso, uma discussão com o guarda de trânsito e uma multa.

Vocês chegam à escola, onde sua filha entra, sem se despedir de você.
 
Ao chegar atrasado ao escritório, você percebe que esqueceu de sua maleta.
Seu dia começou mal e parece que ficará pior.
 
Você fica ansioso pro dia acabar e quando chega em casa, sua esposa e filha estão de cara fechada, em silêncio e frias com você.

Por quê? Por causa de sua reação ao acontecido no café da manhã..
Pense: por que seu dia foi péssimo?

A) por causa do café?
B) por causa de sua filha?
C) por causa de sua esposa?
D) por causa da multa de trânsito?
E) por sua causa?

A resposta correta é a E.
 
Você não teve controle sobre o que aconteceu com o café, mas o modo como você reagiu naqueles 5 minutos foi o que deixou seu dia ruim.

O café cai na sua camisa. Sua filha começa a chorar. Então, você diz a ela, gentilmente: "está bem, querida, você só precisa ter mais cuidado".

Depois de pegar outra camisa e a pasta executiva, você volta, olha pela janela e vê sua filha pegando o ônibus. Dá um sorriso e ela retribui dando adeus com a mão.

Notou a diferença? Duas situações iguais, que terminam muito diferente.
Por quê?
 
Porque os outros 90% são determinados por sua reação.

Aqui temos um exemplo de como aplicar o Princípio 90/10.
Se alguém diz algo negativo sobre você, não leve a sério, não deixe que os comentários negativos te afetem.
 
Reaja apropriadamente e seu dia não ficará arruinado.

Como reagir a alguém que te atrapalha no trânsito?
Você fica transtornado? Golpeia o volante? Xinga? Sua pressão sobe?
 
O que acontece se você perder o emprego? Por que perder o sono e ficar tão chateado? Isto não funcionará.
 
Use a energia da preocupação para procurar outro trabalho.

Seu voo está atrasado, vai atrapalhar a sua programação do dia.
Por que manifestar frustração com o funcionário do aeroporto?
Ele não pode fazer nada.
 
Use seu tempo para estudar, conhecer os outros passageiros.

Estressar-se só piora as coisas.

Agora que você já conhece o Princípio 90/10, utilize-o.
Você se surpreenderá com os resultados e não se arrependerá de usá-lo.
 
Milhares de pessoas estão sofrendo de um stress que não vale a pena, sofrimentos, problemas e dores de cabeça.
 
Todos devemos conhecer e praticar o Princípio 90/10.
 
Pode mudar a sua vida !!
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Essa semana teve a prova da 1a fase do IME, que sempre traz algumas perdas. Alguns alunos não passam, e essa sensação é sempre ruim. Mas lembre que oq vai fazer vc ser feliz é a sua reação às coisas que acontecem. Olhe pra frente e siga caminhando.
 
A aprovação é logo ali.
Beijomeliga!

sábado, 5 de outubro de 2013

O encontro

Meus queridos,

neste espaço, a gente sempre conversa sobre sonhos, motivação para correr atrás deles, como manter a força de vontade, e tal. Algumas vezes, gosto de falar com vocês sobre a importância de a gente ter um alvo, ter um motivo pra correr atrás das coisas. Na maioria dos casos nesse nosso mundo de concursos, a aprovação é o sonho. Muitos, entretanto, fazem cursinho e 'preparam-se' sem saber o porquê. Quem já foi mordido pelo bichinho do sonho sabe como é diferente quando a gente descobre o motivo de lutar. Muitas vezes, este estalo acontece durante o ano de cursinho. Em outros casos, o aluno já entra no curso tendo sido "infectado". Mas, independente do momento q isso ocorre, o fato é: quando lutamos sabendo o tamanho do sonho, sabendo que é isso que a gente quer da vida, a luta é muito mais agradável. Ou menos desagradável, pq a preparação é sempre dura. Não quer dizer que vai ser fácil. Pelo contrário, é muito difícil ser aprovado, seja um sonho ou não. Mas a forma como encaramos os problemas muda quando a gente está motivado por algo real. Quando a nossa aprovação significa realmente algo pra nossa alma.


Sou um pouco mais velho que vocês que estão tentando concursos militares. Provavelmente, na mesma faixa etária da galera que acompanha o blog mas é concurseiro dos concursos públicos. Quero dizer o seguinte: desde 16 anos, fiz N escolhas importantes na vida. Não me arrependo de nenhuma delas. Faria tudo de novo. Isso não é comum acontecer. Nem quer dizer que foi fácil. Mas todas as escolhas tiveram um motivo claro. Por isso, a caminhada mais dura, mais difícil, as noites sem dormir, a angústia de não saber se vai dar certo, tudo isso fica menor quando vc sabe pq está lutando. Dói pra kct, como sempre, mas vc pensa: estou lutando por tal coisa. E aí o corpo aguenta. A cabeça aguenta. E quando isso se realiza, é fantástico.

Outro dia, escrevi sobre descobrir o motivo de ter nascido. Quando a gente descobre isso, tudo muda. Essa semana, eu fiz aniversário. Mais um aninho de vida. E recebi algumas mensagens de ex-alunos, festinha surpresa dos alunos atuais, visitas, e tal. Estar fazendo parte da vida de outras pessoas, colocando um tijolinho na construção da nova vida delas, ajudando em momentos difíceis... isso é sensacional. Não tem preço. Trabalhar assim é muito mais fácil.

Ontem, eu recebi da minha irmã linda o link do vídeo abaixo. Quando o cara diz: "aí vc está num momento que quer que dure pra eternidade", ali eu senti oq eu disse no parágrafo anterior. Depois de anos vivendo por viver, sem saber bem pq, aí vc se vê num momento mágico. Esse sentimento que descrevi antes. Aprecie tudo oq vc faz. Preste atenção na sua vida. Vc é um ser mágico na sua identidade. Não se compare com outros, faça o seu e acredite. Vai dar certo. Confie em Deus e siga. Sem dúvida, vc foi feito pra ser feliz. Acredite nisso e vá em frente.

Recomendo assistir o vídeo abaixo, achei muito bom. E o professor está de parabéns, excelente comunicação e passa mta vibração de acreditar no que diz. Fantástico. Se quiser ser econômico, pode começar a ver dos 14 minutos em diante.


Boa diversão e reflexão a todos.

Cuidem-se e tenham um bom fds.

A aprovação é logo ali. Beijomeliga.

domingo, 29 de setembro de 2013

Não se acostumar com os erros

Meus queridos,

hoje eu recebi um texto por e-mail, que compartilho com vocês lá embaixo. A ideia do texto é: não devemos nos acostumar com os pequenos erros, pq esses pequenos erros, pequenas falhas que achamos não ter grande impacto, essas situações fazem a gente perder o cuidado em fazer tudo da melhor forma possível. Vocês, alunos que visam aprovação em concursos muito difíceis, são competidores de alto nível. A competição em alto nível é marcada pela necessidade de preparação intensa, com alto desempenho. Às vezes, a gente acha que uma semaninha sem dar tanto o gás, um simulado que não fazemos com tanto empenho, essas coisas não vão influenciar no resultado. Mas devemos sempre nos preocupar em dar o máximo. Só assim teremos chances reais de sucesso. Então, hoje estamos começando uma nova semana, que nos deixa mais próximos das provas da Escola Naval e do IME. É hora de dedicação total e acreditar na possibilidade de sucesso.

Segue o texto pra vcs:

" TEORIA DAS JANELAS PARTIDAS

Em 1969, na Universidade de Stanford (EUA), o Prof. Phillip Zimbardo realizou uma experiência de psicologia social. Deixou duas viaturas abandonadas na via pública, duas viaturas idênticas, da mesma marca, modelo e até cor. Uma deixou em Bronx, na altura uma zona pobre e conflituosa de Nova York e a outra em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia.
Duas viaturas idênticas abandonadas, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local.

Resultou que a viatura abandonada em Bronx começou a ser vandalizada em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Contrariamente, a viatura abandonada em Palo Alto manteve-se intacta.

É comum atribuir à pobreza as causas de delito.
Atribuição em que coincidem as posições ideológicas mais conservadoras, (da direita e da esquerda). Contudo, a experiência em questão não terminou aí. Quando a viatura abandonada em Bronx já estava desfeita e a de Palo Alto estava há uma semana impecável, os investigadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto.

O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o de Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo ao mesmo estado que o do bairro pobre.
Por quê que o vidro partido na viatura abandonada num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso?
Não se trata de pobreza. Evidentemente é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais.

Um vidro partido numa viatura abandonada transmite uma ideia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação que vai quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras, como o "vale tudo". Cada novo ataque que a viatura sofre reafirma e multiplica essa ideia, até que a escalada de atos cada vez piores, se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Em experiências posteriores (James Q. Wilson e George Kelling), desenvolveram a 'Teoria das Janelas Partidas', a mesma que de um ponto de vista criminalístico conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem e o maltrato são maiores.
Se se parte um vidro de uma janela de um edifício e ninguém o repara, muito rapidamente estarão partidos todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.

Se se cometem 'pequenas faltas' (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar-se um semáforo vermelho) e as mesmas não são sancionadas, então começam as faltas maiores e logo delitos cada vez mais graves. Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando estas pessoas forem adultas.

Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair das suas casas por temor a criminalidade) , estes mesmos espaços abandonados pelas pessoas são progressivamente ocupados pelos delinquentes.

A Teoria das Janelas Partidas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, o qual se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade. Começou-se por combater as pequenas transgressões: graffitis deteriorando o lugar, sujeira das estacões, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens. Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.

Posteriormente, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Partidas e na experiência do metrô, impulsionou uma política de 'Tolerância Zero'.
A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.

A expressão 'Tolerância Zero' soa a uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas o seu conceito principal é muito mais a prevenção e promoção de condições sociais de segurança. Não se trata de linchar o delinquente, nem da prepotência da polícia, de fato, a respeito dos abusos de autoridade deve também aplicar-se a tolerância zero.

Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.

Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja
em nosso bairro, na vila ou condominio onde vivemos, não só em cidades grandes.
A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras.

Esta teoria pode também explicar o que acontece aqui no Brasil com corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc.
Pense nisso!"

Vamos que vamos, a aprovação é logo ali.
Beijomeliga!

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

A escada do sucesso

Meus queridos,

estamos numa semana pós-EFOMM, com resultado preliminar da AFA divulgado, e aí pipocam vários sentimentos: "não passei na AFA", "estou dependendo de uma anulação na EFOMM", "oq vai ser da minha vida agora?", e mais outras possibilidades. Vamos bater um papo sobre isso.

Acredito que a maior parte dos alunos está em uma dessas situações: (1) triste por não ter conseguido ir bem nas provas ou (2) na expectativa pra saber o resultado da EFOMM, por não estar seguro de ter conseguido fazer nota para entrar. Vamos dividir a conversa nos dois grupos:

(1) Se vc está cabisbaixo e bolado por não ter conseguido ir bem, pode ter passado pela sua cabeça que não dá mais, que o concurso não é pra você, etc.. Quero mostrar uma escadinha, que vi hj no Facebook:


Repare que, na pior das hipóteses, você está no 5º degrau. Isso pq o sentimento pode ter feito vc deixar de acreditar que é capaz, pq vc provavelmente antes da prova estava no 6º degrau. Olhe como vc está perto do topo. Muitas vezes, quando estamos no meio do furacão, não nos damos conta de quanto já evoluímos. Pense em quanto vc dedicou de tempo, pensando na sua aprovação. Pense quantas vezes vc falou: 'eu sou capaz de passar'. Aí agora isso tudo não vale? Nestes momentos de tristeza e decepção, normalmente somos extremistas e pensamos no pior caso, achamos que devemos pegar um 'caminho de segurança'. Aquele mais fácil que vai nos levar a algum lugar. Mas é um lugar menos agradável do q aquele q pensávamos antes. Pensamos nisso para ter um caminho menos desafiador, mais confortável pela frente. Mas a vida é feita de desafios. Esse é o lance. Olhe para a escada novamente. Mais um pouquinho de trabalho e vc já estará no último degrau. É hora de manter  a serenidade e olhar pra frente. Descanse um pouco a cabeça e volte a trabalhar, olhando para o próximo objetivo. Não dá pra mudar o passado, mas podemos mudar o futuro. A cada queda, um novo recomeço. Daqui a pouco vem a Escola Naval (q neste ano vai admitir meninas), o IME e o ITA.

(2) Se vc está na expectativa de o resultado sair, acho válido não parar para pensar nisso agora. Seu desgaste emocional não vai ajudar em nada, seu cartão-resposta já foi. Agora é hora de pensar na próxima etapa. Como disse antes, Escola Naval, IME e ITA estão chegando. Olhe para a frente e caminhe. Aquele friozinho na barriga, aquela angústia por esperar alguma resposta da EFOMM não mudam em nada o resultado. Oq é seu está guardado e vai vir na hora certa. Concentre-se nas etapas q vc realmente influencia. A preparação é uma delas. Foque seus esforços nela. Seja a preparação para o próximo concurso, seja a preparação física para as próximas fases do concurso da EFOMM.


Para quem for fazer a Escola Naval, recomendo dar uma olhada nas últimas provas. É sempre bom ver como a banca costuma cobrar os assuntos. Estou resolvendo algumas questões em vídeo, o link do canal é: https://www.youtube.com/channel/UC_lPGzEQ9IeihXm5G32n0yg

Vamos que vamos. A aprovação é logo ali.

Beijomeliga.



sexta-feira, 12 de julho de 2013

Inspiração pra quem acha a vida difícil

Meus queridos,


ao se aproximar das primeiras provas, muitas vezes os alunos se sentem despreparados e assustados. O lance é: siga em frente e confie que vai dar tudo certo. Abaixo, estão duas histórias pra inspirar o sonho de vocês.
A fonte é: Época Negócios

Walt Disney

Acredite se quiser: muito antes de o Mickey ser criado, Walt Disney foi demitido de seu trabalho em um jornal por sua "falta de imaginação e boas ideias". Ele trabalhava como ilustrador de anúncios publicados nas páginas do veículo.


Quando saiu do emprego, em 1921, ele se juntou ao seu irmao Roy e o amigo Ub Iwerks para fundar a produtora Laugh-O-Gram, que criava animações de contos de fadas - a predecessora do Walt Disney Studios. Os desenhos feitos pelo trio começaram a ser exibidos nos cinemas da cidade do Kansas antes das sessões de filmes.
Durante um período, o estúdio fechou um acordo com uma distribuidora de Nova York que apenas pagava pelas animações seis meses depois de recebê-las. Foram tempos difíceis para Disney, que precisou reduzir as despesas e a equipe ao máximo para fazer a empresa sobreviver. O ilustrador não poupou esforços: no final do ano de 1922, ele estava morando no escritório da Laugh-O-Gram, comendo comida de cachorro e tomando banho uma vez por semana em uma estação de trem.
Depois de fazer uma animação sobre higiene dental para um dentista da região, Disney obteve dinheiro o suficiente para levar a Laugh-O-Gram para Hollywood, em 1923. Lá, o estúdio fechou um contrato com Universal Studios, que passou a comprar e a exibir as animações da equipe. Foi nesse período que Disney criou um de seus importantes personagens, o Coelho Osvaldo, que se tornou bastante popular quando foi lançado.
O ilustrador, no entanto, não colocou sua assinatura no desenho do pequeno coelho - uma brecha que permitiu à Universal roubar a figura, levando consigo a equipe de desenhistas do Laugh-O-Gram. Quando isso ocorreu, Disney enviou um telegrama ao seu irmão dizendo para ele não se preocupar, pois ele já tinha um novo personagem em sua mente: Mickey Mouse. O sucesso obtido pelo camundongo tirou o ilustrador e seus sócios da miséria.
 
Ricardo Nunes (Ricardo Eletro)
“A dificuldade faz a gente aprender mais rápido”. A frase é de Ricardo Nunes, fundador da Ricardo Eletro e o principal acionista da Máquina de Vendas. O empresário sabe bem do que fala: seu pai morreu aos 40 anos, fazendo com que ele, filho mais velho, começasse a trabalhar para ajudar a mãe com a renda da casa.
Nunes começou, então, a vender tangerinas na porta de uma faculdade. Em pouco tempo, notou que muitas pessoas não compravam as frutas porque não queriam descascá-las. Assim, passou a vender tangerinas descascadas.
Depois de algum tempo, o empresário começou a vender liquidificadores. Vendo que existia muita concorrência no mercado, optou por uma estratégia intrigante: cobrir qualquer oferta. Por causa disso, ele conta que perdeu muito dinheiro com os liquidificadores. O lado bom era que os clientes que vinham à loja acabavam saindo de lá com outros produtos. 
No final das contas, as teorias aplicadas na venda de tangerinas e no comércio de liquidificadores deram resultado. Nunes hoje está à frente de uma rede de varejo que fatura R$ 9 bilhões por ano.

 
 
Não desista, siga em frente. Pense que as dificuldades que você está enfrentando só estão ali pra fazer você aprender mais rápido.
 
A aprovação é logo ali.
Beijomeliga!
 

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Desistir???

Meus queridos, 

hoje vai uma historinha pronta, para ilustrar a importância de perseverarmos. Não desista nunca!

"Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, dormindo apenas quatro horas por dia. Dorme ali mesmo, entre um pequeno torno e algumas ferramentas espalhadas. Para poder continuar seus negócios, empenha sua casa e as jóias da esposa.
Quando, finalmente, apresenta o resultado de seu trabalho a uma grande empresa, recebe a resposta que seu produto não atende o padrão de qualidade exigido.
O homem desiste? Não! Volta à escola por mais dois anos, sendo vítima da chacota de seus colegas e de alguns professores, que o chamam de "louco".
O homem fica ofendido? Não! Dois anos depois de haver concluído o curso de Qualidade, a empresa que o recusara finalmente fecha contrato com ele.
Seis meses depois, vem a guerra. Sua fábrica é bombardeada duas vezes. O homem se desespera e desiste? Não! Reconstrói sua fábrica, mas um terremoto novamente a arrasa.
Você pensará, é claro: bom, agora sim, ele desiste! Mais uma vez, não!
Imediatamente após a guerra há uma escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar alimentos para sua família.
Ele entra em pânico e decide não mais continuar seus propósitos? Não!
Criativo, ele adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem as chamadas "bicicletas motorizadas". A demanda por motores aumenta e logo ele não conseguiria atender todos os pedidos! Decide montar uma fábrica para a novíssima invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a idéia parece excelente, consegue ajuda de 3.500 lojas, as quais lhe adiantam uma pequena quantidade de dinheiro...
Hoje, a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística! Esta conquista foi possível porque o Sr. Soichiro Honda, o homem de nossa história, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente.
Em nossas vidas... Quantos de nós, desistimos por muito menos? Quantas vezes o fazemos antes de enfrentar minúsculos problemas? Todas as coisas são possíveis, quando sustentadas por um sonho e valores consistentes.
Tome a decisão de um vencedor... Jamais desista!!!
Vai desistir??? Pense bem!!!!"

A aprovação é logo ali.
Beijomeliga.